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Movimento Humaniza SC promove lançamento do livro “Estudando Bolsonaro & Bolsonarismo” na Alesc

No evento será realizado debate sobre o tema do livro, que contará também com a participação virtual do jornalista Chico Pinheiro

O Movimento Humaniza Santa Catarina promove o lançamento do livro “Estudando Bolsonaro & Bolsonarismo: compreender para enfrentar e combater”, do advogado, historiador, especialista em Direito do Trabalho e escritor Oswaldo Miqueluzzi, na próxima segunda-feira (18/09), na Assembleia Legislativa (Alesc), no Plenário Paulo Stuart Wright, às 19h, em Florianópolis.

No evento será realizado debate sobre o tema do livro, que contará também com a participação virtual do jornalista Chico Pinheiro.

A importância e pertinência da obra é tão relevante que o evento congregou o apoio de 7 partidos (PCdoB, PDT, PSB, PSOL, PT, PV e Solidariedade), vários mandatos parlamentares (Ana Paula, Carla Ayres, Fabiano da Luz, Luciane Carminatti, Marquito, Padre Pedro, Pedro Uczai e Saretta), além de inúmeras entidades da sociedade e do movimento sindical, como a ABJD, a CUT, a FECESC, a APUFSC entre tantas outras.

Livros, textos jornalísticos, entrevistas e artigos publicados em jornais, blogs e sites, entre 2018 e fevereiro de 2023 foram fontes e material de pesquisa de Oswaldo Miqueluzzi que explica, de forma simples e concisa, os motivos que levaram uma pessoa como Jair Bolsonaro a ser eleito presidente do Brasil de 2018 a 2022.

Uma obra fundamental para compreender como e em quais circunstâncias históricas – sociais, políticas, econômicas – ganharam força ideias e ações despudoramente antidemocráticas. E, acima de tudo, Miqueluzzi faz refletir sobre as medidas necessárias para proteger a frágil democracia brasileira.

O evento se integra plenamente nos objetivos do Movimento Humaniza SC, criado em novembro do ano passado para fazer frente ao acirramento da violência, do clima de ódio, dos ataques à democracia e da ascensão de práticas e organizações nazifascistas. É importante lembrar que no Brasil foram detectadas 1.115 células nazistas e Santa Catarina, com 320, sedia o maior número delas.

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